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segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Filme: O Mínimo para Viver

O Mínimo para Viver
O filme o Mínimo para viver do diretor Marti Noxon demonstra que a anorexia é uma doença da alma onde a personagem Ellen (Lily Collins) faz nos entender que a doença é caracterizada pela falta de afeto, pelo medo, pela auto exigência, pela dificuldade nos relacionamentos e pelos conflitos familiares.

No filme Ellen não conseguindo resolver as situações de sua vida, desenvolve recursos de sobrevivência psíquica utilizando o próprio corpo. Ela controla seu corpo, ou seja, a entrada e a saída do alimento, isto é, comer e vomitar e ainda castiga seu corpo com exercícios doloridos para ter paz mental. 

Se formos analisar ela só queria ter um encontro com ela mesma e experimentar sentimentos como amor e ódio, ela não conseguia sozinha e também não conseguia com a família que depositava todas as angustias nela. A solução para foi ser internada e poder contar com amigos e com a terapia do personagem Keanu Reeves que tratou a afetividade e a fez ter vontade de abraçar a vida.


quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Vínculo entre a mãe e o bebê

amamentação
A criança não comer é uma das principais queixas das mães nos consultórios pediátricos hoje em dia. A Anorexia pode surgir em crianças por influencia familiar devido à falta de relação entre a mãe e o bebê e deve ser tratada antes de se tornar um problema maior.

No ano de 1994 a categoria diagnóstica distúrbio da alimentação na infância foi incluída no DSM IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, 4ª edição) da Associação Americana de Psiquiatria estabelecendo-se critérios bem definidos para chegar a este diagnostico.

A alimentação é voltada para a sobrevivência, mas é principalmente um ato de relacionamento do indivíduo com o mundo, é fruto das primeiras relações que ele, criou com a mãe, a família e com tudo que estava a seu redor enquanto ainda era bebê.

Para o bebê, a alimentação representa a afetividade e vínculo com a mãe, por isso o pediatra deve avaliar o vínculo entre a mãe e o filho e todos os possíveis fatores que possam estar determinando ou interferindo nessa relação.

A alimentação da criança é fundamental não só para o seu crescimento, mas é uma fonte de experiências psíquicas e condicionamentos socioculturais.

Levando-se em consideração esses fatores, os problemas relacionados à alimentação da criança poderiam ser evitados ou reduzidos desde os primeiros momentos de vida do bebê, com o pediatra estando atento ao processo da amamentação e ao estabelecimento do vínculo entre a mãe e o filho.

Fonte:  Sociedade Brasileira de Pediatria