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domingo, 18 de julho de 2010

O outro lado da obesidade

Hoje em dia fala-se tanto em obesidade, mas existem problemas contrários, que é a obsessão pela magreza, onde 20% dos casos segundo Marcos Muniz acabam em morte. A anorexia hoje já está presente em 43% da população brasileira , já e um problema grave de saúde pública tanto quanto a obesidade.

O grande inimigo dos anoréxicos é o espelho, que converte cada caloria em uma tortura, o culto excessivo a magreza e o medo mórbido de engordar, faz com que a fome, o uso de laxantes e a indução de vômito são experiências de alívio e até de prazer.

Transtornos alimentares estão sempre fora da mídia, surgem sempre quando morre alguém famoso ou ocorre algum fato que provoque discussões, como no caso em que a fotografa alemã Ivonne Thein lançou uma campanha polêmica com fotos de meninas magérrimas, foto que está nesta postagem. O objetivo é propor um novo debate sobre a busca obsessiva pelo corpo ideal, que pode resultar em morte.

A anorexia é uma doença feminina, embora o problema esteja crescendo também no universo masculino. Para cada 20 mulheres com anorexia, um homem apresenta a mesma doença. Uma pista de que é crescente o número de jovens adoecendo em nome da magreza está na internet. Existem dezenas de sites e blogs a favor da anorexia e da bulimia, inclusive com grupos de discussão que incentivam a parar de comer. Na rede, as anoréxicas se chamam de Ana e, as bulímicas, de Mia.

A anorexia é descrita na literatura médica desde 1689 como uma atrofia nervosa que resulta em ausência de apetite. A pessoa faz jejuns prolongados ou ingere pouquíssimas calorias.

A bulimia deriva da expressão “fome de boi”. Geralmente, a pessoa come compulsivamente e depois vomita ou usa laxantes para evitar engordar.

Nos dois tipos de distúrbios, a característica mais marcante é a visão distorcida do próprio corpo, explica a psicóloga Rejane Tomatis Pacheco, do Centro de Reeducação Alimentar (Creeo), de Caxias do Sul. A pessoa se acha gorda, mesmo que esteja magérrima. Há estudos na psiquiatria em que as pessoas doentes devem apontar uma foto de mulher com a qual se identificam. Anoréxicas e bulímicas sempre apontam a imagem de uma pessoa mais gorda. Nos dois transtornos, o processo de emagrecimento começa com uma dieta aparentemente normal, que evolui para um controle excessivo na alimentação ou para abusos seguidos de atos compensatórios, como vômito. Até 50% dos pacientes anoréxicos desenvolvem sintomas bulímicos, segundo a Associação Brasileira de Transtornos Alimentares. Alguns pesquisadores descrevem que a pessoa anoréxica é bem-sucedida na busca pelo seu ideal de corpo magro, enquanto que a bulímica seria o fracasso da anorexia.

Os dois transtornos sofrem influência da cultura da magreza, mas a cobrança social por um corpo magro é apenas uma parte do problema. Há um forte componente genético, cujo mecanismo não se conhece com clareza, que contribui para o desenvolvimento desses distúrbios.

Uma pessoa sem predisposição à anorexia poderia aguentar um dia sem comer, mas logo se renderia à fome.

Alguém sem predisposição à bulimia poderia induzir o vômito para compensar exageros na alimentação, mas a atitude não seria motivo de alívio. Causaria desconforto, nojo, e não se repetiria.

Os padrões sociais acabam se associando a fatores internos. Transtornos alimentares têm relação com distúrbios na formação da personalidade e do amor próprio . Pessoas com propensão a distúrbios alimentares focam suas vidas na comida, mesmo quando o objetivo é não comer.

Embora sejam consideradas a cara e a coroa de uma mesma moeda, a anorexia e a bulimia atingem pessoas com estilos de vida bem diferentes, segundo a psicanalista Rosita.

As anoréxicas são perfeccionistas, introvertidas e rígidas consigo próprias. Muitas vezes, a família só se dá conta do problema quando flagra a menina com pouca roupa, o corpo transformado em pele e osso. Em geral, elas têm conflitos de feminilidade, querem ser magras, não bonitas, querem ser meninas, sem peito, sem bumbum, não querem virar mulheres .

Já as bulímicas não chamam a atenção pela magreza e, por isso, conseguem camuflar a doença por muito tempo. Elas costumam ser extrovertidas e impulsivas em relação a vários aspectos, como amor e negócios.

Na vida social, as vítimas de anorexia e bulimia também assumem comportamentos diferentes. As anoréxicas costumam evitar encontros que envolvem comida. Quanto mais as pessoas insistem para que coma, mais se isolam. Ao atingir um estágio de extrema magreza, passam a usar roupas largas. As bulímicas vivem a contar calorias mas, em momentos de compulsão, dão preferência a carboidratos e doces hipercalóricos. Depois das refeições, passam bastante tempo no banheiro, para induzir o vômito.

Considera-se anoréxica uma pessoa que está entre 10% e 15% abaixo do peso médio correspondente à idade, ao sexo e à altura. Mas é claro que magreza não significa necessariamente anorexia existem pessoas que são magras e saudáveis. No caso da bulimia, o distúrbio incide mais em mulheres que se cuidam de forma obsessiva. Existem casos de bulímicas que sofrem com excesso de peso porque, mesmo com a indução do vômito, o organismo não elimina todas as calorias ingeridas em um curto período de tempo.

A sugestão seria que os pais acreditem em seus filhos quando pedirem ajuda e que as secretárias de saúde fizessem palestras para que todas as pessoas tenham conhecimento da doença.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Algumas Consequências

As mulheres anoréxicas ou ex-anorexicas podem desenvolver osteoporose na idade adulta devido a falta de cálcio e a diminuição do estrogênio quando param de menstruar.

OBS: estrogênio = Hormonio Feminino

Também anoréxicos podem ter danos severos no coração e outros orgãos vitais devido a perda excessiva de peso e o desequilibrio dos minerais presentes no corpo, iso devido aos vômitos provocados e da própria desnutrição.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Necessidades

Sentimentos Anorexia Anorexia é uma forma de auto-inanição é um tipo de distúrbio alimentar onde a pessoa sente:

-Baixa auto-estima;

-Medo de comer e engordar;

-Dificuldade de identificar como é sua imagem corporal;

-Depressão;

-Dificuldade de convivência com os familiares;

-Comportamento auto-destrutivo;

-Auto-punição por erros imaginários;

-Surgimento de doenças devido a desnutrição;

-Preocupação anormal com a comida;

-Deseja perfeição em tudo que faz;

-Deseja perfeição da imagem corporal;

-Necessidade de ser perfeito para ganhar atenção das pessoas;

-Depressão mais intensa que bulimicos;

-Mágoas frequentes por qualquer motivo;

-Irritabilidade;

-Sensibilidade com os acontecimentos do dia a dia ;

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Necessito sobreviver

Ninguém consegue perceber seus lindos olhos azuis. É que o maior destaque dessa modelo hoje são seus seios murchos, a pele como um véu sobre os ossos e as escaras e manchas que se espalham por todo o corpo. Não era essa a imagem que Isabelle Caro, 25 anos e apenas 32 quilos, queria retratar, mas é a única que pode oferecer desde 12 anos atrás, quando começou a desenvolver a anorexia que consome seu corpo.

Isabelle ficou conhecida no mundo inteiro, em plena semana da moda de Milão, através das lentes do polêmico fotógrafo Oliviero Toscani. Os outdoors para a grife italiana No-L-Ita estão protagonizando debates sobre a anorexia. A imagem da modelo nua escancara a dura realidade de quem sofre dessa desordem alimentar e psicológica.

Em entrevista a uma rede de televisão espanhola, a modelo disse que chegou a pesar 25kg, quando teve que se mover em cadeira de rodas. Ficou internada várias vezes, teve que ser alimentada por sondas, mas só se deu conta de que sofria uma doença muito grave quando entrou em coma e viu que era “um cadáver vivo”, como se descreve. Ela disse que hoje se obriga a comer. Seu organismo está tão alterado, que os fios de cabelo se quebram antes de crescer. Perdeu dois dentes e quase não enxerga pelo olho esquerdo. Não menstrua há sete anos, e os médicos não sabem se um dia poderá gerar um filho. Ao mesmo tempo, diz que o maior castigo que poderia sofrer seria ter uma filha anoréxica, porque sabe o sofrimento que causou à sua mãe.
Isabelle diz que teve uma infância cheia de traumas. Uma tia se suicidou, o pai abandonou a casa, e a mãe era ultraprotetora, o que lhe tornou uma menina insegura, sem amigos e que nunca se atreveu a ter um namorado. Por muitos anos, responsabilizou sua mãe por todos os seus problemas. “Minha mãe não me deixava conhecer ninguém, e eu só podia sair de casa uma vez por ano, para visitar meus avós” e foi muito difícil convencê-la de que o melhor para as duas era que vivessem separadas e hoje escreve um livro com a intenção de que sua mãe lhe entenda e lhe perdoe.

Foi então que essa francesa fugiu de Paris e foi à Cannes. Estudou música e teatro e gostava de interpretar papéis para “mudar de pele e de realidade”. Nessa cidade, conheceu uma outra anoréxica, que estava se tratando com um psiquiatra. Ela tinha sempre a sensação de que necessitava castigar-se por algo. Sentia culpa por existir e pela depressão de sua mãe. Hoje, vive uma rotina de exames semanais e tenta recuperar sua auto-estima no momento em que tem menos motivos para senti-la.

Em toda a Europa, é grande a discussão gerada pela campanha de Toscani. Dizem que ele fez um trabalho para se promover às custas do sofrimento de milhares de jovens que, em busca do corpo perfeito, padecem de anorexia. Isabelle o defende. A modelo, que doou todo o seu cachê para uma associação de tratamento da anorexia, disse que uma anoréxica, mesmo que não se veja magra, reconhece a magreza dos outros. E que, por isso, espera que a sua possa chocar essas meninas, fazendo-as refletir.

“Não sigam seu caminho, vejam onde cheguei com minha idiotice”.

A modelo concluiu sua entrevista respondendo sobre sua meta para o futuro:
“Sobreviver. Necessito sobreviver”.

sábado, 19 de junho de 2010

Mortes na Itália

Hoje a anorexia e a bulimia são a principal causa de mortes de jovens de 12 a 25 anos na Itália, confirmado por um estudo realizado pela Sociedade Italiana para o Estudo dos Transtornos Alimentares (Sisdca). Entre 150 e 200 mil mulheres italianas sofrem com algum tipo de transtorno alimentar, explicou o conselheiro da instituição, Roberto Ostuzzi, ressaltando que a maior preocupação é o risco destas patologias se tornarem crônicas, o que pode levar à morte.

A Sisdca também afirma que 10% dos suicídios e dos problemas psíquicos são causados por uma má alimentação. Na Itália apenas 1% das pacientes têm acesso ao chamado Tratamento Sanitário Obrigatório (TSO), que é ‘uma forma de terapia coerciva que às vezes é necessária para salvar a vida do paciente’.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Horas para Viver

Durante sua graduação Mandy Kaye treve o mundo em seus pés, isto é sua vida em suas mãos, logo no início de seu curso teve vários desafios, não só o acadêmico, mas também teve anorexia e devido a esta iniciou uma grande batalha sendo forçada a parar o seu curso.

O médico diagnosticou poucas horas para viver , pois estava em uma rigorosa dieta do café, tomates, cerejas e maças, estando muito abaixo de seu peso.

Mandy se salvou e recebeu seu grau e diz que jamais quer voltar ao passado, pois está começando novamente sua vida. Também diz que olha suas fotos passadas e jamais quer ser como antes.

Ela diz que não estava preocupada com ela começou perder peso, nunca pensou que era gorda mas a anorexia tomou conta dela.

Ela ficou um mês internada e voltou para casa pois estava bem, mas a anorexia voltou e ela deveria ficar internada por mais um tempo, sem poder estudar ela somente pensava em seu peso, por isso mesmo internada continuava emagrecendo.

Disse: “Eu beberia o café o dia inteiro, a seguir na meia-noite eu comeria um punhado de tomates de cereja e duas maçãs. Eu fui reduzindo os alimentos.”

Encontrei um amor pra mim ‘diz ela’ , ele disse que ela era linda e então ela depositou toda sua confiança nele. O sonho dela é tornar-se terapeuta, é acreditando em seu sonho e no seu amor que recuperou aos poucos seu peso.

Boa Sorte para você e muita força ! Parabéns pela sua vitória.



sexta-feira, 11 de junho de 2010

A história de Juliana

Sentimentos de inferioridade, depressão, insônia, anorexia e bulimia são problemas que certamente comprometem a vida de qualquer pessoa. O que dizer, então, de uma criança. Quando passou a sofrer com essas doenças e sintomas Juliana Mantovani tinha apenas 11 anos. Ela diz :
-“Antes eu era uma criança normal, saudável e comunicativa. As pessoas diziam para minha mãe que queriam ter uma filha igual a mim”

Segundo Juliana a partir daí as doenças começaram a surgir. Por causa da constante insatisfação com o próprio corpo ela se sentia culpada quando comia até que começou a provocar vômito para não engordar. Com o tempo o próprio organismo passou a rejeitar os alimentos “Nesse período cheguei a pesar 37 kg”, comenta.

Paralelo as crises de bulimia e depois anorexia, Juliana tinha ainda depressão, insônia e nutria muito ódio da mãe. “Quando discutíamos, eu tentava agredir a minha mãe com empurrões, e o pensamento de morrer era constante”, enfatiza.
O ódio que sentia de si mesma fez com que várias vezes cortasse com caneta, faca e tesoura o próprio corpo. Por conseqüência da anorexia Juliana ficou internada por 15 dias em estado grave, período em que também recebeu acompanhamento psiquiátrico.

A equipe médica não alimentou a esperança dos pais quanto a recuperação da filha já que o caso era idêntico ao de outras duas pacientes que vieram a falecer.No limite do desespero a mãe de Juliana, Eliana da Silva Ribeiro, 46, ainda recorreu a casa dos encostos, sem sucesso. Então, foi à Corrente dos 70, na Igreja Universal do Reino de Deus, como última alternativa. Lá, encontrou a solução.

Hoje com 19 anos, Juliana, reconhece que teve uma nova chance, foi curada pela fé: “A perseverança de minha mãe foi fundamental. Além da minha cura foi possível restaurar a convivência da família. Hoje tenho saúde e paz interior”.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Anorexia Nervosa

Patologia associada à baixa autoestima, possui como principal característica a recusa do paciente em se alimentar regularmente. O anoréxico geralmente se acha gordo ou tem um medo incontrolável de engordar, por isso tenta controlar, de forma obsessiva, a quantidade de alimentos que ingere.

Considera-se anoréxico quem está entre 10% a 15% abaixo do peso médio correspondente à idade, sexo e altura. Mesmo assim, deve-se manter atenção constante nos hábitos alimentares, pois a privação de alimentos, mesmo que a pessoa ainda esteja dentro do peso, é prejudicial à saúde e em pouco tempo pode causar anorexia.

Em alguns casos, os anoréxicos comem em quantidade normal na refeição, mas, para compensar, passam longo tempo em jejum. Na maioria das vezes, buscam alguma justificativa para não comerem ou então apenas alegam a falta de apetite. Existem aqueles que não se acham gordos, mas que vivem um caos emocional. Estes têm medo de perder o controle sobre a quantidade de alimento que ingerem e passam a se controlar severamente.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Riscos

Sabe-se que a insatisfação com o corpo é um dos principais motivos para a incidência da anorexia, estudos vêm mostrando que o descontentamento com o físico está começando cada vez mais cedo.

Um estudo realizado em 2007 pelo Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) indicou que entre os 1.183 alunos de 6 a 18 anos, matriculados no ensino fundamental e médio de 20 escolas em Belo Horizonte, apontou que 62,6% estavam insatisfeitos com o próprio corpo, embora mais de 80% do total estivesse dentro do peso normal. Cerca de 34% gostariam de ser mais magros e 29% de ganhar peso. Entre os insatisfeitos, 32% eram homens e 30,6% mulheres.

“O que mais chama a atenção é que não houve diferenças estatísticas significativas de acordo com a idade. O nível de insatisfação corporal foi praticamente o mesmo entre as crianças de 6 anos e os adolescentes de 18 anos”, disse Ana Elisa Ribeiro Fernandes, médica pediatra e autora do estudo, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

O problema é mais comum nos jovens pela formação da personalidade, pela pressão que sofrem e por buscarem uma inserção em grupos; entretanto, especialistas também alertam para a anorexia em idosos, principalmente por ser mais fatal e representa 78% das mortes pela doença

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Autoestima

anorexia em homensA baixa autoestima é um dos principais fatores da anorexia , muitas vezes adolescentes ou crianças obesas veem na perda de peso um meio para se sentirem bem aceitos pela sociedade, mas muitas vezes o culto ao corpo ultrapassa o limite do bom senso e da saúde, levando a transtornos alimentares como a anorexia uma das principais causas de morte das mulheres entre 11 e 20 anos em todo mundo.

Acredita-se que uma em cada 250 brasileiras tenha anorexia ou bulimia. A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou, em 2000, que de 1 a 2% das adolescentes sofriam com pelo menos uma dessas enfermidades. Hoje, estima-se que o número possa chegar a 5% e o conceito de que é uma doença tipicamente feminina está sendo mudado.
O Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares (Ambulim) do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (IPq-USP) divulgou esta semana que o número de homens que procuram ajuda para superar transtornos alimentares está aumentando. Em 2008, eles somaram 18% dos atendimentos no Instituto e o alerta é que esse é um retrato em todo o País.

De acordo com o psiquiatra Alexandre Pinto de Azevedo, do Ambulim, uma das dificuldades encontradas para o tratamento masculino é o preconceito em aceitar ser portador de uma doença conceituada erroneamente como exclusivamente feminina. A psiquiatra Paula Melin, do Núcleo de Transtornos Alimentares e Obesidade (Nuttra), no Rio, diz que vivemos uma mudança no padrão de beleza masculino, mesmo processo que aconteceu com as mulheres décadas atrás. “O corpo esguio, com músculos definidos, passou a ser mais cobrado dos homens. Um dos inúmeros dados que mostram concretamente essa mudança é o aumento de anúncios e artigos sobre beleza e tratamentos estéticos nas revistas masculinas”.

Mas vale lembrar anorexia não escolhe sexo, nem idade !