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segunda-feira, 7 de março de 2016

Já existia na Idade Média

Santa Caterina de Siena
Durante a Idade Média já existiam casos de anorexia, as práticas de jejum eram compreendidas como estados de possessão demoníaca ou milagres divinos. 

No ano de 1985 existia a “anorexia sagrada” onde 260 santas italianas apresentaram comportamento anoréxico em resposta à estrutura patriarcal a qual estavam submetidas.

A Santa Wilgefortis, filha do Rei de  Portugal jejuou e rezou à Deus pedindo que ele tirasse a sua beleza, para afastar atenção dos homens. Ela foi adotada em alguns países da Europa como Santa patrona das mulheres que não queriam ter atenção masculina. 

A santa Lidwina de Shiedam, que viveu na Holanda no século XIV também se destacou pela anorexia, mas a mais famosa anoréxica da história é Santa Caterina de Siena (1347), que aos sete anos começou a recusar os alimentos, e na adolescência só se alimentava de pão e ervas. Ela ingressou na ordem das Dominicanas e foi conselheira do Papa Gregório IX em Avignon. Ao perceber que suas tentativas de unificação do papado não deram resultado, se sentiu fracassada, deixou de alimentar-se e morreu. 

O primeiro anoréxico da história ocorreu no século IX em Avicena, o Príncipe Hamadham estava morrendo por não se alimentar, vitima de um quadro depressivo.    

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