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domingo, 30 de março de 2014

Depoimento: Você Precisa de Jesus em sua vida !

É preciso compartilhar uma vitória ! Agradeço a você que deixou o depoimento na postagem   "Depoimento: Pânico" . Vou  postar aqui, pois tenho certeza que vai emocionar muitas pessoas que sofreram ou ainda sofrem de anorexia.

Você precisa de Jesus na sua vida! Ele é quem cura a ferida das nossas almas, ele nos ama e faz superar os medos e a desilusão das nossas vidas.Eu era assim e Jesus me curou me levantou me deu forças pra viver!!!Hoje sou casada meu marido me ama, como eu sou e acredite tenho 1.60m e 65kg, sou feliz e me sinto muito bem!!!Leia o testemunho de Cris Duran sobre o padrão da moda, que ele vivia, coloque no youtube Pregação do Cantor André Valadão sobre a moda http://www.youtube.com/watch?v=cT6X8obSroU. O Brilho deste mundo (A Moda de ser magra) Toda glória que ele tem, as tentações da trevas são só ilusão. O inimigo das nossas almas ele quer matar, roubar e destruir, tudo aquilo que Jesus conquistou para nós na Cruz do calvário.Jesus conquistou a vida,felicidade, paz interior. A anorexia leva a morte é um artifício de satanás para matar as pessoas, pra trazer desgraças as famílias, Mas em nome de Jesus vc está liberta desde já! Receba a cura!!!! 

Segue o vídeo sugerido, onde podemos perceber que a moda que devemos seguir é a que nos faz feliz é a nossa própria vida, tendo sempre fé em Deus e pedindo forças para vencer !! Assista e deixe sua opinião .



domingo, 2 de março de 2014

Depressão com Anorexia

Olá conforme alguns comentários deixados na postagem  Depoimento Sofro de Anorexia, é importante esclarecer que a anorexia pode ser acompanhada por depressão  bem como uma pessoa com depressão pode desenvolver anorexia, no entanto que pessoas com anorexia são tratadas  com antidepressivos além de terapias psicológicas.

Ao sentirmos estes sintomas seria interessante procurarmos ajuda antes que a situação atual se agrave, pois quando a doença inicia é muito difícil do paciente aceitar que está com a mesma,no entanto que ele sempre se sentirá bem  a cada kg perdido. 

Por isso peço a você que postou o comentário que acha que está bem que procure alguém para conversar, alguém com quem se sente bem. Pode ser um amigo, um profissional e se quiseres conversar comigo também pode me adicionar no skype/msn disturbioanorexia@hotmail.com

Este blog de anorexia é para vencer este pesadelo, pois já foi enfrentado por mim, caso queira acompanhar  pode ser seguidora do mesmo.  É bom conhecer como é a doença, pois as pessoas que não conhecem geralmente tiram sarro de quem passa por isso !!!


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Magra até para modelo

Amanda Hendrick
A alguns anos a modelo Amanda Hendrick deixou de ser a modelo mais famosa do mundo para ser um péssimo exemplo para meninas. Duas fotos dela que faziam parte de um catálogo de vendas foram retiradas por decisão da entidade de regulamentação de publicidade no mercado britânico. As imagens vestindo biquínis mostravam Amanda magra de mais sendo consideradas socialmente irresponsáveis. A entidade já havia recebido queixas de que ela sofria de anorexia. Ela possui mesmo sinais da doença conforme avaliado por um programa da Unifesp que da assistência a transtornos alimentares. Os sinais são o corpo infantilizado, não tem tecido adiposo nos quadris, seios e coxas e o rosto é envelhecido com os contornos do crânio projetados.

Estudos recentes mostram que meninas que apresentam predisposição genética para a doença têm 18 vezes mais chances de desenvolver a mesma se fizerem regimes para emagrecer. O fator hereditário além de transtornos alimentares pode ser outro transtorno como depressão ou bipolaridade.

A maior preocupação dos médicos hoje em primeiro lugar são modelos que inspiram meninas a emagrecer e em segundo lugar são os sites feitos por meninas anoréxicas que dão dicas de como emagrecer e enganar familiares e profissionais da saúde.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Dificuldade de Crescimento


crescimentoComo já comentamos a anoréxica possui uma imagem corporal distorcida e isso quer dizer que a visão que ela tem de si, não é a mesma que os outros têm a respeito dela, por isso pode apresentar dificuldade no crescimento tanto  no sentido de amadurecimento pessoal e também corporal. Percebe-se que o comportamento irracional de emagrecimento vai gradualmente fazendo-a perder suas formas curvilíneas, conservando formas infantis assexuadas. 

Estas questões psicológicas devem ser tratadas de forma individual  por meio de terapias mas é claro que  sempre com apoio da família e amigos, pois se depender dos pacientes irão dizer que estão bem.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Desabafo de um anoréxico

pesadelo

Você come sem vontade de comer, com isso não sente o gosto.

Comeu e não tinha fome e agora parece insaciável.... Toma água, muita água por cima daquela baboseira que comeu. Ai bate a culpa então você procura algo que acelere o metabolismo, toma aquilo e toma mais água.

Resultado: você se sente pior que antes, você se sente culpada quer tirar tudo aquilo de você, mas não tem coragem. Sente medo e nojo, você começa a chorar.... Olha na janela do seu quarto e enxerga famílias e amigos sentados juntos e rindo e você ai trancada sozinha, algo que não serve para nada, um plasto. Então você lembra seus dias passados e dos amigos que você não tem.

A vontade é de abandonar tudo.
(Anônimo)

Muito cuidado deste jeito você vai abandonar mesmo.  Tente ver as coisas boas da vida, por mais simples que sejam elas e por mais difícil que seja para você.

Procure ajuda!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Recusa Alimentar

recusa alimentar
Se uma criança parar de comer, não quer dizer que ela esteja com um distúrbio alimentar, mas na dúvida ela pode ser levada ao médico. Algumas dicas para que a criança continue se alimentando e não fique doente e é claro não tenha um distúrbio alimentar:
  • Respeitar o direito da criança  de ter preferências e aversões;
  • Oferecer os alimentos em quantidades pequenas para encorajar a criança a comer, pois é comum às mães oferecerem mais comida do que a criança consegue assimilar;
  • Não forçar, ameaçar punir ou obrigar a criança comer, assim como não oferecer recompensas e agrados, atitudes que reforçam a recusa alimentar e desgastam pais e filhos;
  • Não utilizar técnicas do famoso “aviãozinho ou trenzinho”; pois, desviam a atenção e comprometem a percepção dos alimentos;
  • Não demonstrar irritação ou ansiedade no momento da recusa alimentar. A criança deve sentir-se confortável no momento da refeição;
  • Estabelecer o tempo de duração e os horários das refeições, evitando a oferta de alimentos a todo o momento;
  • Apresentar pratos agradáveis com textura própria para a idade, evitando a monotonia alimentar, pois interfere de modo significativo na formação do hábito alimentar da criança;
  • Durante a refeição, o ambiente deve ser agradável sem ruídos, ou algo que possa distrair a atenção da criança;
  • Participação da criança durante preparo dos alimentos e na montagem do seu prato pode incentivar a criança a comer.
  • Respeitar oscilações passageiras do apetite, as quais ocorrem normalmente em todos os indivíduos;
  • Não disfarçar os alimentos, para que a criança saiba o que esta’ comendo, favorecendo o aprendizado e a identificação de texturas e sabores;
  • Para as crianças que ingerem grandes quantidades de leite, deve-se diminuir o volume e a freqüência, uma vez que líquidos suprem a sensação de fome.
  • Não faça cerimônias para a criança comer.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Depoimento - Vozes


Gostaria de agradecer o depoimento deixado em : As crianças estão diferentes

Vou posta-lo aqui para que as pessoas possam ler o seu depoimento e sentir que anorexia não é uma brincadeira de criança e também que não ocorre porque as pessoas querem ter anorexia.

Tive anoréxia e foi a pior altura da minha vida. Muitas pessoas pensam que uma pessoa está muito abaixo do peso, logo está doente, logo tem anorexia. Pois eu quero dizer-lhes uma coisa. Se esse fosse o unico sofrimento que tivessemos de enfrentar, esta doença não seria tão horrivel. Apesar de afetar bastante o corpo, o que mais custa é a cabeça. É o medo irracional de engordar, a obecessão de emagrecer, olhar o espelho e odiar o que vemos, é a depressão em que se vive, o isolamento, afastamos as pessoas que amamos, eu não queria comer mas vivia sempre obececada com comida. 
Meu Deus! Eu passava os dias a chorar tanto que parecia que o meu peito ia explodir. A minha cara triste e cansada de quem não conseguia dormir de noite. O frio que sentia no meu corpo era insoportavel, não conseguia fazer nada pois não tinha vitalidade. 
Anoréxia não é como as novelas retratam. Não é assim tão fácil estar doente, nem muito menos é o tratamento, e não dura apenas as ferias de verão!$ Há meninas que tem durante anos e não conseguem sair!
Já tenho um peso normal há meio ano, mas ainda sofro consequencias. Não tenho o periodo a ano e meio, tenho osteoporose, o meu sono nunca mais foi o mesmo e as vezes ainda me custa ou tenho vergonha (sim, vergonha) de comer. As vezes sinto-me gorda como sempre senti, mas é uma coisa que tenho de trabalhar, pois o problema não está nos quilos. O problema vem sempre de tras. Mas eu sei que estou muito, mas muito melhor assim, e no fundo há uma vozinha que me diz que não, eu não sou gorda, e sim, eu sou bonita.
Ninguém quer ter anórexia. Não é bonito, não é facil, não é felicidade, não é saudável. É mau.

Que bom que você conseguiu se salvar. Continue acreditando nesta voz que você falou escutar. 

Assim conseguirá vencer !

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Crianças Seletivas


Na medida que as crianças vão crescendo começam a atingir maturidade e explorar o seu espaço para conhece-lo. O seu desenvolvimento está relacionado ao aumento da sua autonomia e o processo de socialização, assim a alimentação, que até então era a principal fonte de prazer, passa a um plano secundário. 

Algumas crianças tem o comportamento alimentar seletivo, crianças com esta característica, apresentam um consumo limitado de alimentos e isso não quer dizer que estão doentes. A dieta dos seletivos é baseada em carboidratos e produtos lácteos. É comum observar que, muitas destas crianças só aceitam a alimentação se esta tiver uma determinada técnica de preparo e apresentação ou comem só em um tipo de prato sem misturar as preparações bem como consumir apenas uma determinada marca, mediante o reconhecimento do rótulo.

Foi realizado um estudo na Universidade do Tennesse, com crianças de 24 a 36 meses, de níveis socioeconômicos distintos, com o propósito de verificar a hipótese de que crianças seletivas possuíam consumo alimentar menor do que as não seletivas . Este estudo demonstrou que ambos os grupos apresentaram inadequação quanto ao consumo de cálcio, zinco, vitaminas D e E. Com relação à ingestão energética média, constatou-se que não houve diferença significativa; 1472 Kcal para não seletivos e 1468 Kcal para seletivos. Outro achado interessante neste estudo refere-se ao comparativo de peso e estatura, visto que não houve diferenças nos parâmetros de crescimento. Todos se encontravam mantendo velocidade de crescimento adequado, apesar das mães das crianças seletivas acharem que seus filhos tinham algum comprometimento da saúde.

crianças seletivasEm virtude disto, é preciso distinguir as crianças que comem pouco e/ou são seletivas daquelas que realmente apresentam critérios diagnósticos da anorexia. Alguns dos mecanismos que participam do desenvolvimento deste quadro são: dor crônica, depressão, ansiedade, hipogeusia (sensibilidade diminuída do paladar), hiposmia (diminuição do olfato), náuseas, saciedade precoce e funcionamento inadequado do trato gastrointestinal. Enquanto a seletividade não pode ser classificada como uma desordem alimentar clássica e sim como uma manifestação de protesto e oposição da criança aos pais.

Outro fator relevante é a organização da rotina da criança, a influencia do horário escolar pode em determinadas situações, prejudicar a aceitação das refeições. Estudos sobre o horário e o tempo de duração das refeições revelam que 33% das crianças não estão com fome no momento da refeição. No caso das crianças seletivas, este índice é de 52%. Com relação à durabilidade desta, os seletivos demoram mais para se alimentar sendo em torno de 23,3 minutos do que os não seletivos que levam 19,7 minutos.

O conflito de pais e filhos inicia quando a criança deseja algo e seus pais são quem determinam a quantidade e a qualidade dos alimentos a serem consumidos. Parece que tanto a mãe como o filho elegem o momento da refeição como a hora ideal para mostrar seus conflitos, angustias e dificuldades, instalando um ciclo vicioso, onde a criança tenta exercer com seu comportamento, um tipo de domínio sobre a situação e a família. Estudos apontam que muitos dos problemas alimentares não dizem respeito ao ato de alimentar em si, mas são decorrentes de conflitos oriundos de relações intra familiares.

Existem evidências de que as crianças são capazes de ajustar a ingestão de alimentos. O clássico estudo de Clara Davis, realizado em 1930, tinha a seguinte proposta: as crianças “sabem” o quanto precisam comer? Esta foi uma pergunta que Davis tentou responder com os estudos sobre auto-seleção alimentar, realizada com crianças entre 2 e 5 anos de idade, na ausência da intervenção adulta. Esta pesquisa pioneira leva-nos a sugerir que as crianças possuem uma capacidade inata de regular o consumo alimentar e conseqüentemente são capazes de manter o crescimento e a saúde.

A crença dos pais de que as crianças são incapazes de regular sua ingestão alimentar, estimula a preocupação, a ansiedade e a intervenção dos mesmos, que recorrem ao emprego de estratégias coercitivas e controladas na alimentação da criança. Desta maneira, é válido ressaltar aos responsáveis que, as crianças nascem com instinto de sobrevivência / preservação. Ou seja, a criança se alimenta impulsionada por dois estímulos: a necessidade do organismo e a sensação de fome.

Como a maioria dos problemas alimentares não se limita apenas a criança, mas trata-se de um problema familiar, a avaliação e o tratamento da queixa a criança que não come deve ser realizada por uma equipe multidisciplinar. A intervenção visa tranqüilizar os pais, sanando dúvidas e diminuindo a ansiedade; e promover a modificação no comportamento alimentar da criança, tornando o momento da refeição, natural, descontraído e prazeroso para todos.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Lucas


juntos  vamos vencer
Oi Lucas

O Lucas deixou seu depoimento  no blog. Lucas quero lhe parabenizar  por ter entrado em contato, pois é mais um passo que mostra que você quer vencer esta doença.

Para enfrentar seu medo eu sei não vai ser fácil, mas você vai ter que lutar contra seu corpo. Pense que você quer viver , que você quer ficar bem e só você pode fazer isso por você mesmo. Quanto aos seus pais é normal eles ficarem assim, pois estão preocupados com você  e podem estar lhe criticando com objetivo de fazer  você melhorar, talvez nem percebam que podem encomodar você ou lhe machucar.

Pode  ficar  tranquilo você não está sozinho nesta luta  adicione no msn disturbioanorexia@hotmail.com para mantermos contato.Com ajuda de amigos, da sua família e principalmente a sua vontade de vencer... acabará com este pesadelo que estás passando.

Até breve...

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Meu filho não come


neofobia
Há reclamaçoes  diárias em consultorios médicos de pais em relação a crianças que não se alimentam. Pesquisas americanas  demonstraram que  25% das crianaças  podem ter um disturbio alimentar, podendo aumentar para 80% em razão de comportamentos aprendidos, como por exemplo usar recompensas se o filho comer tal alimento. 

Sabe-se que é normal algumas crianças comerem menos, não é por isso que os os pais  vão fazer a mesma ingerir alimentos a força, isso pode virar um ritual comprometendo os hábitos alimentares.Isso pode acontecer em razao da  neofobia que é  o medo de consumir novos alimentos, por exemplo quando bebê a alimentação era em maiore quantidade com o leite materno agora  que esta crescendo diminuiu um pouco as quantidades ingeridas , isso é normal não há o que os pais se preocuparem. O que não deve ser permitido é que o filho diga que não gosta de tal alimento antes de experimenta-lo, mas também não precisa  insistir a todo momento .

Segundo Camila Leonel Mendes de Abreu e Mauro Fisberg foi realizado um estudo sobre o aspecto psicológico da queixa materna “meu filho não come”, revelando que é impossível apontar por onde começam as dificuldades em isto é se é nos sentimentos da mãe ou no comportamento da criança; sendo que 40% das mães demonstraram sentimentos de rejeição, culpa e dificuldades em sintonizar-se com filho, enquanto 38% das crianças apresentaram baixa auto-estima, pouca vitalidade e fraco vínculo com a mãe. Foi percebido também que as mães de filhos anoréxicos possuíam insegurança referente aos cuidados da alimentação da criança.

A participação das mães no processo alimentar da criança é muito importante, mas dependendo de suas atitudes podem gerar conseqüências para criança. Mães com histórico de depressão ou transtornos alimentares, também mães e pais muito exigentes na alimentação tendem a ter filhos com transtornos alimentares. É  importante  também avaliar a relação da família com a criança, pois sabe –se que uma criança com falta de afeto não se alimenta.

Neste sentido apresentado a recusa alimentar é normal desde que não haja desnutrição.